Nuestra Señora de Guadalupe
Missa Tridentina

La Santa Sede reconoce a los miembros del Instituto « el uso exclusivo de la liturgia gregoriana » (Statuts II, §2)

 

Instituto do Bom Pastor na América Latina

Sede no Oratório Santa Teresinha do Menino Jesus em Santiago - Chile

IBP: Ordenación en Santo Eloi, Setiembre 2007

 

Novo site do IBP na América Latina em janeiro de 2010!

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08/01/10

A autoridade papal fica de pé

Padre Elílio Faria Mattos Jr.
 
Nota introdutória:

Querendo escrever uma mensagem a nossos leitores, para recomeçar nossas publicações na internet, temos um interesse particular em divulgar o excelente artigo do Pe. Elílio, sobre o simbolismo do atentado sofrido pelo Santo Padre no Natal.

Pe. Elílio analisa profundamente e com muita sabedoria o valor simbólico da queda do Papa, agredido estupidamente, mostrando um paralelo simbólico impressionante com as quedas de Cristo a caminha da crucifixão no Calvário. Nosso Senhor, triunfou ao final, citando o Apocalipse, quando anuncia que o "Cordeiro se mantem em pé". Fazendo uma reflexão sobre a interpretação de Pe Elílio, nos permitimos recordar modestamente dos detalhes:

  1. que esta é a segunda queda, a primeira aconteceu quando machucou a mão esquerda há alguns meses enquanto em férias, na qual, como agora, rapidamente colocou-se de pé, apoiando-se na mão direita, para continuar sua missão de Pastor.
  2. outro detalhe a ser notado é a queda e fratura lamentável do ancião Cardeal Etchegaray, um notório expoente da ala progressista do episcopado francês, que tanto dificulta a aplicação do Motu Próprio sobre a Missa e que vê com maus olhos a possível integração dos tradicionalistas tão procurada por Bento XVI.

Será símbolo não somente das dificuldades que está enfrentando mas tambem da vitória da restauração liturgica e, portanto, teológica, valorsamente iniciada por Sua Santidade em seu caminho ao Calvário? Haverá uma terceira e última queda como reza a Via Crúcis? Não sabemos, mas que temos a certeza é de que o sucessor de Pedro alcançará a vitória até fazer a barca da Igreja ancorar, que "faz água por todo lado" em meio às colunas da Eucarístia e da Santissíma Virgem, realizando o sonho profético de São João Bosco, onde Pedro cai e se lavanta tambem, sendo sua última queda fatal, para sua integridade física, fazendo-o mártir, deixando seu a seu sucessor a missão de terminar o trabalhado iniciado por ele e ao final tambem o trunfo anunciado por Nossa Senhora em Fátima: " Por fim meu imaculado coração triunfará".

Que bela homenagem de um sacerdote ao Menino Deus, na gruta de Belem.

Com saudações de Ano Novo, acomanhado dos melhores votos, oferecemos a nossos leitores uma reflexão que estimula a Confiança no Menino Jesus, “apparuit benignitas, et humanitas Salvatoris nostri Dei…” (Tit. 3,4) que faz visível a bondade e o amor de Deus aos homens e que ao mesmo tempo é o Cordeiro que permanece em pé, hoje, em seu Vigário, O Papa Bento XVI, q quem, novamente, o IBP convoca e prestar em meio a grandes incompreensões, rebeliões e ultrajes, inclusive disfarçados e silenciosoo, uma sincera homenagem de lealdade e obediência filiais.

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"A autoridade papal fica de pé"

  O episódio ocorrido na noite de Natal deste ano na Basílica de São Pedro em Roma é, de certa forma, um símbolo dos tempos atuais. O Papa, Vigário de Nosso Senhor Jesus Cristo na Terra, cai. A mitra, símbolo de sua autoridade, rola no chão. A férula, que representa a sua missão de pastor universal, é derrubada pelo homem moderno, desorientado, confuso e como que fora-de-si. Louca ou não, a jovem de 25 anos que provocou o incidente bem representa o mundo de hoje, que joga por terra a autoridade e as palavras do Romano Pontífice, que, nas palavras da grande Santa Catarina de Siena, é «o doce Cristo na Terra». A jovem é louca? Não sei. Mas sei que o é, e muito, o mundo que rejeita Deus e o seu Cristo para abraçar o vazio e caminhar nas trevas.

Bento XVI se ergue rápido e continua seu caminho. Celebra a Santa Missa, que é o que há de mais sublime sobre a face da Terra, rende o verdadeiro culto a Deus e conserva-se em seu lugar, como pastor colocado à frente do rebanho pelo Pastor Eterno, bispo e guarda de nossas almas (cf. IPd 2,25). Na homilia, o Santo Padre cita a regra de São Bento. Hoje, Bento, aquele de Núrsia, fala pela boca de Bento, o Papa: «Nihil Deo praeponere» - nada antepor a Deus. É a este nosso mundo que Bento XVI dirige essas palavras carregadas de verdade. É a esta nossa cultura agnóstica, relativista, pragmática, corrupta, materialista e niilista que o Papa exorta. Cultura que, nas palavras de alguns, se gaba de ser «pós-moderna»... Cultura que rejeita cultivar a verdade... Cultura que há tanto deixou de ser cultura...

«Nada antepor a Deus». Bento XVI já havia dito aos bispos da Igreja: «No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus... Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo» (Carta aos bispos, 10 de março de 2009).

Depois da queda, o Papa se coloca de pé e age como se nada tivesse acontecido. Assim tem sido seu pontificado: muitas vezes incompreendido pelos homens, inclusive católicos – e por que não dizer: sobretudo católicos? -, Bento XVI não desiste de levar a cabo sua missão, como Cristo a caminho do Calvário, a fim de oferecer a Deus a consciência pura do dever cumprido. Como se nada acontecesse, como se incompreensões, ultrajes e rebeliões, ainda que disfarçadas e silenciosas, não houvessem; como se o desprezo a Cristo não lhe ferisse o coração; como se a recusa de Deus não lhe contristasse a alma, Bento XVI se dirige ao altar da Cruz. Está apoiado na esperança que não decepciona.

Se a autoridade do Sucessor de São Pedro é jogada no chão pelos homens atuais, isso não significa que ela tenha caído do lugar que lhe reservou Deus. Cristo também caiu - e por três vezes -, mas está de pé. Traz, sim, as marcas da paixão, mas está de pé para sempre: "Vi um Cordeiro de pé, como que imolado"(Ap 5,6). O Papa está de pé, e com ele a Igreja que lhe foi confiada, e assim ficará até a vinda gloriosa de Nosso Senhor, que disse: «Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. As portas do inferno nunca prevalecerão contra ela» (Mt 16, 18). «Non praevalebunt» - as forças negativas do mal, ainda que deixem certas marcas, nunca hão de vencer o Bem, que é Deus. E é Deus quem sustenta na Terra a sua Igreja e o Papa que colocou à frente do rebanho de Cristo!

 Padre Elílio Faria Mattos Jr.

 

Video de uma entrevista com Pe. Laguérie

Entrevista feita com o Pe Laguérie em São Paulo sobre o IBP e o Motu Próprio Sommumorum Pontificum publicado recentemente pelo Papa Bento XVI.

Video entrevista Pe Laguérie
Assista o video » 

Ave María Purísima!

Ave Maria Puríssima!
8 de setembro de 2006 - O Papa Bento XVI outorga um grande e bonito presente a Nossa Senhora no dia de seu aniversário. Foi fundado canonicamente o Instituto do Bom Pastor (IBP), como sociedade de vida apostólica de Direito Pontifício, reunindo sacerdotes, com a tripla missão de promover uma crítica construtiva ao Concílio, que permita finalmente ao Papa dar uma interpretação autêntica de seus documentos, de instituir paróquias pessoais para celebrar o rito Gregoriano, como rito próprio e exclusivo conservando todos os livros litúrgicos vigentes na Igreja no ano de 1962.

Apresentamos ao mundo ibero-americano estas páginas no site do IBP-La, para os que queiram conhecer “diretamente da fonte”, o que é o IBP na Igreja, já que lamentavelmente alguns (de um e doutro lado), não parecem haver compreendido o que é realmente o caráter do Instituto do Bom Pastor.

O IBP, como obra da Igreja, nasce providencialmente obedecendo a uma necessidade espiritual da cristandade atual. Já se pode entrever, na sua curta existência canônica, o modo de atuação da Providência no centro da História da Igreja; com uma graça específica (com seu carisma próprio, como se diria hoje) Deus suscitou um meio visível, entre outros, de transmissão, continuidade e permanência do imutável; o IBP é hoje uma ponte entre o passado e o futuro para que as próximas gerações, beneficiando-se do que é permanente do passado, possam dar a sua contribuição para a Glória a Deus e a salvação das almas.

Não podemos deixar de ratificar aqui, mais uma vez, nossa total entrega nas mãos do Coração Imaculado de Maria, Padroeira do IBP. Que Ela, a pastora divina, nos dê a graça da fidelidade no serviço da Igreja para que possamos colaborar, com nosso grão de areia, na restauração necessária de todas as coisas em Cristo, o Bom Pastor, para o que também contamos com as orações de nossos leitores que também podem contar com as nossas.

Pe. Rafael Navas Ortiz.

Inauguração IBP Brasil Pe Navas o Pe José Pinzón
Santa Missa rezada pelo Pe Navas Pe Navas o Pe José Pinzón uma placa de mármore comemorativa da fundação do Instituto
   
   

 



San Piedro
« Tu es Petrus et super hanc petram edificabo Ecclesiam meam. Et porta inferi non prevalebunt » (Mt. 16.18)
Benedictus XVI